domingo, 17 de fevereiro de 2008

A Indesejada das Gentes

O maior mistério da humanidade.
Morte.
Já foi personagem principal em muitos livros e filmes. Há anos filósofos, estudiosos e meros mortais leigos buscam o entendimento.
O famoso túnel de luz, visualizações de tudo o que aconteceu na vida, a conversa com São Pedro, vida após a morte.
Não é à-toa que muitos escrevem sobre isso e chamam uma grande parcela de leitores ávidos por mais informações deste mistério intrigante.



Em novembro último, li do fabuloso José Saramago, "As Intermitências da Morte".
Acho que todo mundo deveria ler. É claro que não passa somente de um realismo fantástico, mas alguém já se perguntou como seria a humanidade se ninguém mais morresse. É essa a temática principal do livro. Começar um parágrafo com "Naquele dia ninguém morreu." é convite irrecusável para devorar uma leitura cheia de metáforas de tirar o fôlego. Alguém tem mais um motivo para dizer por que este livro ganho o Nobel de 1999?


Outro mais recente, é o super comentado "A Menina que roubava livros", do australiano Markus Zusak. Quem não leria um livro narrado pela Morte? Quem não se encantaria pelas belas metáforas mortíferas?

Mas há também aqueles livros mais realistas, que tratam a morte com "respeito". Exemplo disso, é o livro do médico Drauzio Varella, "Por um Fio". São relatos vividos pelo próprio médico em sua carreira de pessoas que estavam por "bater as botas". É incrível ler tudo aquilo, ver como as pessoas aceitam a morte numa boa.



Acho que essa é uma postagem sem conclusão, pois o que foi dito sobre a Morte ainda não foi concluído.

Um comentário:

Gabriela Vasconcelos disse...

Eu começei a ler "A menina que roubava livros", mas como era pelo computador, eu acabei desistindo. É realmente fascinante como ele é narrado.
Estava lendo "As crônicas de Nárnia", mas então, vi "Maya" de Jostein Gaarder na biblioteca da escola e não resisti. Talvez eu continue. Minha lista é enorme!